sábado, 18 de abril de 2009

Mesmo jogando mal, Galo se classifica!!!!!!!!




Depois da péssima exibição do Atlético contra o Guaratinguetá, pela Copa do Brasil, resolvi ir ao jogo, hoje, para ver de perto se realmente a equipe tem sofrido uma queda de produção.

Depois de um longo jejum de estádios, achei que um sábado, com a partida já definida, seria bom para acompanhar o trabalho de Émerson Leão e, principalmente, de Diego Tardelli, que é, pelo menos nesse início de temporada, o melhor atacante do Brasil.

Confesso que os meus instintos estão "enferrujados".


Cheguei no Mineirão duas horas antes do confronto. O gigante da pampulha ainda estava vazio e sobrou até tempo para comer o famoso tropeiro.

A torcida ia aumentando na medida em que o jogo se aproximava, e os primeiros gritos de "GALOOO" ecoaram nas arquibancadas. Um show a parte.

Mas vamos ao jogo. O Atlético começou com Juninho; Marcos Rocha, Marcos, Leandro Almeida e Thiago Feltri; Renan, Rafael Miranda (Júnior Carioca), Carlos Alberto e Chiquinho (Kléber); Diego Tardelli (Tchô) e Éder Luís.

O Rio Branco, do bom técnico Paulo Cézar Catanoce, entrou com Glaysson; Rômulo, André Alves, Anderson Carvalho (Rodrigo Costa) e Thiago Costa; Márcio Loyola, Fábio Gomes, Dudu Araxá (Diego) e Anderson Antunes; Márcio Guerreiro (Felipe) e Márcio Diogo.

O time da capital entrou desfalcado de três titulares, Júnior, Márcio Araújo e Lopes. E dentre esses, o lateral-esquerdo foi, sem dúvida nenhuma, quem fez mais falta.

Nas últimas apresentações o penta campeão tem sido peça fundamental. Se aguentar até o final da temporada, já tem 35 anos, ele ainda vai dar muito trabalho, afinal, como dizem o boleiros, jogar futebol é igual andar de bicicleta, nunca se esquece.

No início da partida muita correria e pouco futebol. Responsável pelas jogadas de criação, Chiquinho, pouco encostou na bola. Com isso, os velozes atacantes do Galo tiveram pouquíssimas chances de gol.

No único lance de perigo, Éder Luís, que recebeu o terceiro cartão amarelo e está fora do primeiro jogo da final, fez uma lançamento entre os zagueiros e deixou o artilheiro do campeonato, Tardelli, livre para marcar o primeiro tento, e único, do confronto. A etapa inicial acabou com a vantagem do time da casa.



No segundo período, a displicência foi o lema da partida, pelo menos da equipe de Leão. A torcida, que começou eufórica, já dava sinais de impaciência.

O Azulão teve várias chances de empatar e até virar, mas, como a técnica está em falta no interior, não conseguiu sequer um golzinho.

Para a final, ficou claro que o Atlético precisa melhor e muito.

O Cruzeiro, praticamente classificado, sabe que se marcar bem o artilheiro do campeonato, suas chances de vencer são imensas.

Será que mais uma vez o time de Lourdes vai nadar, nadar, nadar e morrer na praia? Essa é uma pergunta que, sinceramente, não me arrisco a responder.

Nenhum comentário:

Postar um comentário